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Cidades

Escola Padre Mário Castagna implanta projeto piloto para segurança em parceria com 1ºBPM

Editoria Jornal O Cristão

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Cerca de 500 estudantes matriculados na Escola Estadual de Ensino Fundamental Padre Mário Castagna, na avenida Campos Sales, bairro Vila Tupi, em Porto Velho, serão beneficiados pelo projeto piloto Escola Segura, de autoria da equipe militar do 1º Batalhão de Policia Militar (BPM) realizado em parceria com unidades escolares da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). 3

A escola é a primeira do Estado a participar do trabalho, que tem como finalidade contribuir com a formação do jovem estudante e oportunizar um ambiente harmonioso e seguro, promovendo ações de disciplina, ética, civismo, sociabilidade, cidadania e melhoria no relacionamento entre estudante/professor e professor/estudante.

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O coordenador do projeto, sargento Sandro Lessa, disse que a ideia é estender o projeto para mais escolas em Porto Velho. O 1º BPM fez um diagnóstico para iniciar os trabalhos e a escola Padre Mario está inclusa no perímetro de atendimento do batalhão. “Os alunos que estão no trabalho são lideranças e podem influenciar no comportamentos dos demais” – refletiu Lessa, lembrando que os integrantes do projeto estarão devidamente uniformizados.

ADESÃO

O Projeto Escola Segura foi apresentado ao comandante e oficiais do Batalhão Rondon, depois ao diretor e equipe pedagógica da escola Padre Mário Castagna, aos professores e, posteriormente, aos alunos. Iniciou na segunda-feira, 19 de agosto, a semana Zero, etapa de implantação. A equipe executora tem como integrantes os Sargentos PMs, Lessa, Valmir e Marcêdo e o Cabo Reis.

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Os jovens frequentam a formação no contra turno das aulas convencionais, no ambiente escolar e na sala de multimeios; interagindo com os militares no ensino voltado para os temas transversais, ações comportamentais e fomento do protagonismo juvenil.

O diretor da escola, professor Francisco Tadeu Reis Tadeu, disse que o projeto chegou à escola através de uma conversa com os militares que fazem a patrulha escolar; ao relatar que gostaria de melhorar o ambiente na questão disciplinar foi apresentado o trabalho que estava sendo desenvolvido pelo batalhão no setor de Polícia Comunitária.

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“Conseguimos implantar o projeto e ganhamos a aceitação dos pais, mas, agora, temos uma alta procura por alunos que querem fazer parte do projeto e já temos até uma fila de espera”, disse o diretor salientando que as vagas são limitadas aos recursos do projeto.

De três em três meses o projeto será avaliado para saber quais ações estão trazendo resultados positivos.

SEMANA ZERO

O trabalho começou a ser executado este mês (agosto) com a participação de 40 alunos, que foram escolhidos pela comunidade escolar e autorizados pelos pais para participar do projeto. Os policias se encontram com os alunos duas vezes por semana.

Por Aurimar Lima/Secom

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