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Política

Contratação de policiais civis e militares discutida na Comissão de Segurança Pública

Editoria Jornal O Cristão

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A Comissão de Segurança Pública se reuniu na manhã desta terça-feira (27), no Plenarinho 1, sob a presidência do deputado Anderson Pereira (Pros) e com as presenças dos deputados Ismael Crispin (PSB), Aélcio da TV (PP), Jair Montes (PTC), Chiquinho da Emater (PSB), Eyder Brasil (PSL) e Cabo Jhony Paixão (PRB).

Em pauta, a discussão sobre a necessidade de contratação de policiais civis, para suprir a carência de efetivo, com as presenças do capitão Devison Bispo, representando a Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e a delegada Rosiley de Lima, representando a Delegacia Geral de Polícia Civil (DGPC).

Anderson Pereira reforçou a necessidade de contratação de mais policiais civis. “Também temos uma necessidade de saber qual o planejamento do Governo, para a realização de concurso, para a reestruturação da Polícia Civil. Fizeram um concurso recente, que não supriu minimamente a necessidade da Civil”.

Anderson citou como exemplo a situação do Departamento de Narcóticos (Denarc), que enfrenta dificuldades com o baixo efetivo. “O Denarc tem apenas 40 policiais civis para cuidar de Rondônia inteira, numa região de fronteira e com a atuação do tráfico e de facções criminosas. Há um esforço muito grande dos policiais, mas sem a devida estrutura, sem o efetivo suficiente, fica difícil de enfrentar o crime, parecendo uma terra sem lei”, disse.

Discussão

Cabo Jhony aproveitou para tratar da questão da contratação dos policiais militares, já formados na academia. “Creio eu que, pela primeira vez, aprovados no concurso da Polícia Militar, após a academia, não sabem se serão efetivados. É inaceitável!”, relatou.

Ismael Crispin lembrou que esteve presente à solenidade de formatura dos novos policiais militares, realizada no ginásio Claudio Coutinho. “O Claudio Coutinho foi palco de momentos históricos, como a promulgação da nossa primeira Constituição. Que não fique marcada por sediar uma formatura de quem não será contratado”.

Crispin lamentou a ausência do secretário estadual de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Hélio Pachá. “Parece que não quer encarar o problema, tratar da questão da contratação dos policiais militares e também civis, que são tão essenciais para fazer a segurança pública”, afirmou.

Ele aproveitou para cobrar que a Secretaria encaminhe o planejamento para suprir a falta de pessoal na segurança pública. “Que a Sesdec apresente o planejamento para reforçar a segurança. Estamos chegando ao final do prazo para encaminhar a Lei Orçamentária e é preciso que ela contemple já esta necessidade”, observou.

Jair Montes pediu que houvesse uma preocupação com Rondônia. “Precisamos ter muito cuidado e responsabilidade. Temos que parar e achar uma solução. Ao meu modo de ver, o bolo orçamentário precisa ser melhor repartido, pois 25{835a9eee7c3c38d2d69594bc36cbe4ded509bb4e8da22e4d04927f90ba7f11bd} dos poderes é muita coisa. O Tribunal de Contas está repassando de seu orçamento e a Assembleia também para a saúde neste ano”, enfatizou.

Segundo ele “não perdi as esperanças ainda na contratação dos policiais militares. Espero que o governador Marcos Rocha (PSL) possa ter a sensibilidade e contratar esses 403 formados. Isso nunca aconteceu antes e não vamos deixar acontecer. Muitos pediram demissão de seus empregos para fazer a academia, o Governo gastou para fazer a academia e agora não podem ficar fora do Estado”.

Ao retomar a palavra, Anderson disse que “tudo o que discutimos envolve orçamento e financeiro. Eu estou ponto para encarar, mas quero ver quem vai encarar essa luta. Tem que rediscutir toda a estrutura dessa máquina pública, fazendo uma redistribuição do orçamento. Eu quero a solução, pois a população precisa”.

Chiquinho reforçou que há uma necessidade de contratar mais policiais civis e militares. “A gente sabe que precisa rediscutir essa divisão orçamentária, para uns não ficarem com muito e outros sem nada. Precisa de dinheiro e não podemos deixar de discutir esse tema”.

Segurança

O assessor da Sesdec explicou que a proposta, construída no passado, era de ir chamando os aprovados, para suprir os que forem para a reserva remunerada. “Essa situação não se concretizou. Temos a expectativa de que hoje deve sair uma posição definitiva em relação à contratação dos policiais militares formados. Estamos contando com a colaboração dos demais Poderes, para resolver esse impasse”.

Em relação à Polícia Civil, ele disse que a falta de orçamento impede a contratação de novos policiais. “A Delegacia Geral de Polícia Civil já enviou a necessidade de efetivo e está sendo estudada na chamada Mesa de Negociação Permanente (Menp). É um número dentro da realidade financeira, que não está fácil, como é de conhecimento de todos”.

Ismael Crispin argumentou que “é preciso ter uma resposta para as pessoas. Quero requerer da Sesdec informações sobre o número de policiais que foram para a reserva e quanto gerou de economia para os cofres públicos”.

ALE-RO

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Brasil

Bolsonaro volta a pregar soberania da Amazônia e a criticar Macron

Bolsonaro disse que há uma ameaça dos países desenvolvidos, como a França, à soberania do país.

Editoria Jornal O Cristão

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O presidente Jair Bolsonaro reiterou nesta sexta-feira, 6, em rápido pronunciamento feito através de videoconferência, na reunião dos presidentes dos países amazônicos, que discutem a crise ambiental na Amazônia, que é preciso manter a soberania sobre as riquezas da região. O encontro aconteceu na cidade de Letícia, na Colômbia.

“A Amazônia é nossa e a soberania de cada um de nós é inegociável”, disse, reiterando que o tratado denominado “Pacto de Letícia pela Amazônia”, a ser assinado por seis dos nove países amazônicos reunidos, deve deixar claro essa soberania e a exploração das riquezas pelos países da região.

Além de defender a soberania da Amazônia e a união de todos os países da região em prol das riquezas locais, Bolsonaro voltou a criticar o presidente da França, Emmanuel Macron. Segundo o mandatário, há uma ameaça dos países desenvolvidos, como a França, à soberania da região. “Devemos evitar as queimadas, mas o furor internacional (provocado pelas notícias sobre as queimadas) serviu para Macron nos atacar.” E destacou que sua gestão pensa no “índio, no meio ambiente, no mosquitinho e na cobra”.

Na sua avaliação, a despeito das críticas e “ataques à soberania amazônica”, o lado bom é que toda essa crise despertou o patriotismo e alertou para a necessidade de desenvolvimento da região. “Não podemos ser meros exportadores de commodities”, disse, através da videoconferência feita do Palácio do Planalto. E continuou: “Temos tudo para sermos grandes com essas riquezas e eu faço um apelo a vocês (aos dirigentes dos outros países amazônicos). Nós temos o que os outros não têm, por isso os outros países querem as nossas riquezas e lamento que o Brasil tenha ficado adormecido por décadas”, disse, prometendo que este cenário irá mudar na sua gestão.

Índio

As demarcações de terras indígenas também foram outro alvo das críticas do presidente brasileiro. Ele voltou a criticar o que classifica de “indústria das demarcações”, incentivadas pelos governos de esquerda. E indagou: “Se na Bolívia um índio (o presidente Evo Morales) assumiu a presidência do país, porquê no Brasil eles têm de ficar confinados em uma reserva?”

No início de seu pronunciamento de cerca de dez minutos, Bolsonaro disse que não pode estar presente ao encontro por recomendação médica. Ele fará neste domingo, 8. uma cirurgia para correção de uma hérnia incisional, no local onde foi atingido, há um ano, por uma facada, na campanha presidencial de 2018, na cidade de Juiz de Fora e precisa iniciar hoje uma dieta líquida. Participaram da reunião os presidentes da Colômbia, Iván Duque, Peru, Martín Vizcarra, Bolívia, Evo Morales e Equador, Lenin Moreno, além de representantes do Suriname e Guiana.

Fonte: Notícia ao Minuto

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Brasil

POLÍTICA: Governo lança programa para escolas cívico-militares

Adesão dos estados e municípios ao programa é voluntária.

Editoria Jornal O Cristão

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O governo federal lançou hoje (5) o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), em cerimônia no Palácio do Planalto. Com o objetivo de promover a melhoria na qualidade do ensino na educação básica, a meta é implementar 216 escolas em todos as unidades da federação até 2023.

As escolas cívico-militares são instituições não militarizadas, mas com uma equipe de militares da reserva no papel de tutores. Em julho, o Ministério da Educação (MEC) já havia anunciado a implementação de 108 escolas nesse modelo, no âmbito do Compromisso Nacional pela Educação Básica. Agora, a meta foi dobrada.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, destacou que as escolas cívico-militares têm um desempenho muito acima da média e são instrumento para a melhoria da educação no país. Segundo ele, a meta é criar 216 escolas, mas o desafio é ter 10% de todas as escolas brasileiras no modelo cívico-militar até o final do governo do presidente Jair Bolsonaro.

“As famílias sentem muito mais segurança em deixar seus filhos nas escolas, o ambiente é muito mais seguro, a camaradagem entre os colegas é melhor, eu realmente tenho virado fã desse modelo”, disse.

Para o presidente Bolsonaro, o bom desempenho das escolas cívico-militares está ligado à disciplina dos alunos.

“Tem que botar na cabeça dessa garotada a importância dos valores cívicos-militares, como tínhamos há pouco no governo militar, sobre educação moral e cívica, sobre respeito à bandeira”, disse.

Durante seu discurso, Bolsonaro disse ainda que o que tira um país da miséria e da pobreza é conhecimento, e que o Brasil tem um potencial enorme para explorar, incluindo as riquezas da Amazônia.

“Tenho oferecido a líderes mundiais, em parceria, explorar a nossa Amazônia, nossa biodiversidade, a descoberta de novos seres vivos para a cura de doenças, darmos um salto naquilo que o mundo está buscando. Temos um potencial enorme para isso, mas precisamos de cérebros, temos que trabalhar esses cérebros”, ressaltou.

Modelo

De acordo com o MEC, os militares atuarão na disciplina dos alunos, no fortalecimento de valores éticos e morais, e na área administrativa, no aprimoramento da infraestrutura e organização da escola e dos estudantes. As questões didático-pedagógicas continuarão atribuições exclusivas dos docentes, sem sobreposição com os militares, e serão respeitadas as funções próprias dos profissionais da educação, que constam na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

A implantação das escolas cívico-militares vai ocorrer preferencialmente em regiões que apresentam situação de vulnerabilidade social e baixos índices no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Entre as premissas do programa estão a contribuição para a melhoria do ambiente escolar, redução da violência, da evasão e da repetência escolar.

A adesão dos estados e municípios ao programa é voluntária e, de acordo com o MEC, os gestores deverão realizar uma consulta pública e a comunidade escolar deve aceitar a mudança.

Para o presidente Bolsonaro, entretanto, a depender do desempenho dos alunos, a implantação da escola cívico-militar deveria ser imposta. Ele citou o caso do Distrito Federal, onde o modelo foi adotado em quatro escolas, em parceria com a Polícia Militar. “Vi que alguns bairros tiveram votação e não aceitaram. Me desculpa, não tem que aceitar não, tem que impor”, disse. “Não queremos que essa garotada cresça e vai ser, no futuro, um dependente até morrer de programas sociais do governo”, completou.

Neste ano, 54 escolas serão contempladas com o programa, em formato piloto, duas em cada unidade da Federação. A indicação das instituições deverá ser feita pelos estados até 27 de setembro. Os colégios devem ter de 500 a mil alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e/ou médio.

O Ministério da Defesa vai destacar militares da reserva das Forças Armadas para o trabalho de tutores. Eles serão contratados por até dez anos e vão ganhar 30% da remuneração que recebiam antes de se aposentar. Os estados poderão ainda destinar policiais e bombeiros para ajudar na administração das escolas.

O MEC investirá R$ 1 milhão por escola, para o pagamento dos militares, melhoria da infraestrutura das unidades e materiais escolares.

Fonte: Agência Brasil

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Cidades

PM prende quadrilha que pretendia roubar caminhonete na zona rural de Urupá

Editoria Jornal O Cristão

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Graças a uma ação rápida e com informações de populares, mais uma quadrilha especializada em roubos de caminhonetes foi desarticulada durante a madrugada desta terça-feira, dia 27, na zona rural de Urupá/RO. Na ação, os bandidos trocaram tiros com a polícia e três pessoas acabaram presas.

De acordo com a PM, por volta das 02h00, a Central de Operações da Polícia Militar (190), em Urupá/RO, recebeu várias ligações informando que havia um veículo Celta, de Cacoal, abandonado no segundo trevo, na saída para Alvorada do Oeste.

Com o apoio da Guarnição de Rádio Patrulha de Alvorada, as Guarnições locais foram até ao local e abordaram o veículo suspeito, encontrando um jovem de 21 anos, que se apresentou como sendo motorista de aplicativo da cidade de Cacoal. Segundo o motorista, dois indivíduos o contrataram para ir até a cidade de Urupá e ao chegar nesta cidade, um terceiro indivíduo entrou no carro. Em seguida, eles foram até a Linha T-11, e os passageiros desembarcaram em um local esmo.

O motorista de aplicativo ainda contou aos policiais que um deles ordenou para que ele retornasse ao trevo e aguardasse a chegada deles, pois iriam executar um roubo nas proximidades.

Imediatamente, as Guarnições de Rádio Patrulha foram até a Linha T-11 e começaram a patrulhar as imediações. Após algum tempo, uma Guarnição acabou se deparando com o trio saindo do mato e após receber voz de parada, os bandidos sacaram as armas e atiraram contra a guarnição. Dois foram presos no local e identificados como Helreson Luan Evangelista de Souza, ex-presidiário que saiu há 10 dias do Sistema Prisional de Vilhena e Maicom Jhones Ferreira, indivíduo de alta periculosidade com várias passagens pela justiça. O terceiro criminoso conseguiu fugir, se embrenhando em uma região de mata fechada.

Com a dupla, os PM’s encontraram uma garrucha, calibre 32, com um cartucho deflagrado.

Diante da situação, a dupla recebeu voz de prisão e encaminhada à UNISP. A história contada pelo motorista de aplicativo não convenceu aos policiais e ele também foi conduzido para a UNISP, onde foi apresentado ao delegado de plantão.

Fonte: Comando190

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