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Meditações

MEDITAÇÃO: Autoexame à luz dos últimos dias

Editoria Jornal O Cristão

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Em todas as épocas, o homem permaneceu o mesmo — ele sempre teve a possibilidade de decidir ser favorável ou contrário a Deus. No entanto, nos “últimos dias” — assim nos informa a Bíblia — haverá uma apostasia da fé em dimensões jamais vistas (Mateus 24.10; 2Tessalonicenses 2.3). São poucos os que reconhecerão a Jesus como o Senhor e Salvador e que permanecerão fiéis a ele. A semente do mal, que estava infiltrada na igreja, na teologia e na fé cristã, então crescerá. O “homem do fim dos tempos” influencia a sociedade ao redor do mundo.

O apóstolo Paulo menciona os aspectos que caracterizarão as últimas gerações da humanidade: “Saiba disto: nos últimos dias sobrevirão tempos terríveis [selvagens, demoníacos]. Os homens serão egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemos, desobedientes aos pais, ingratos, ímpios, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio próprio, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, soberbos, mais amantes dos prazeres do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes” (2Timóteo 3.1-5).

Essa relação não deve nos levar a apontar o dedo para outras pessoas, mas, antes disso, a fazer um autoexame para verificar se tais características também influenciam a nossa vida: em que ponto estamos, o quanto eu já estou afastado de Deus e dominado pelos efeitos acima enumerados: “Se eu fechar o céu para que não chova ou mandar que os gafanhotos devorem o país ou sobre o meu povo enviar uma praga, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra” (2Crônicas 7.13-14). Oremos:

Senhor Jesus Cristo, por favor, examina o meu coração, aponte para algum pecado e me purifica por meio do teu precioso sangue, que verteste por mim na cruz do Calvário. Amém.

SOBRE O AUTOR:


Lothar Gassmann nasceu em 1958 na cidade alemã de Pforzheim. É pregador, professor, evangelista e publicista. Escreveu numerosos livros, artigos e canções na área teológica. Desde 2009, é colaborador do Serviço das Igrejas Cristãs (CGD, na sigla original) e editor da revista trimestral Der schmale Weg [O Caminho Estreito]. Completou seu doutorado em teologia em 1992, na Universidade de Tubinga, na Alemanha.

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Meditações

MEDITAÇÃO: Suicídio, o assassinato de si mesmo

“Porque ninguém jamais odiou a própria carne; antes, a alimenta e dela cuida…” (Ef 5.29).

Editoria Jornal O Cristão

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O crescimento espantoso do número de suicídios no mundo, é hoje uma amarga realidade. Pessoas se matam em qualquer fase da vida. Os suicidas estão entre jovens, velhos, ricos, pobres, doutores, analfabetos, religiosos e ateus.

Segundo Andrew Solomon, em seu livro “Um crime da solidão”, a cada quarenta segundos, alguém comete suicídio. Há mais suicídios do que assassinatos. Mais pessoas matam a si mesmas do que morrem por aneurisma ou aids. Só nos Estados Unidos da América, cerca de quinhentas mil pessoas são levadas para o hospital todos os anos por tentativa de suicídio. A depressão ainda continua sendo a principal causa do suicídio. A depressão é uma doença da solidão, e a privacidade de um indivíduo deprimido nada tem a ver com dignidade, mas transforma-se numa prisão perigosa.

O suicídio é multicausal. Depressão, divórcio, drogas, doenças incuráveis, problemas passionais, dramas pessoais, crises financeiras, vazio existencial ou complexo de inferioridade são algumas  dessas causas. Há aqueles que defendem ser o suicídio resultado de doenças psíquicas; outros pensam ser fruto de um desajuste social. Alguns acham que só os doentes mentais ceifam a própria vida, porém, as evidências provam que muitas pessoas, inobstante serem psiquicamente saudáveis, dão cabo de sua própria vida.

O suicídio não é justificável filosófica, moral e teologicamente. Não labora a favor de si mesmo quem a si mesmo elimina. Não é racional exterminar a si mesmo, para livrar-se dos dramas da vida. O homem não é um ilha. Não tem o direito de atentar contra si mesmo, para “aliviar” uma dor pessoal,  abrindo ao mesmo tempo uma ferida incurável na família e nos amigos. Constitui-se egoísmo incorrigível pensar só em si, a ponto de tirar a própria vida, sem avaliar a dor que isso pode causar na família. Além do mais, é uma visão deficiente e equivocada pensar que ao sair de cena, pelo expediente do suicídio, isso não vai fazer a mínima diferença para as pessoas. Pertencemos à nossa família. Não vivemos nem morremos para nós mesmos. Somos membros uns dos outros. Vivemos numa sociedade.

Vale destacar, outrossim, que a vida é uma dádiva de Deus. Só ele tem o poder de dar a vida e só ele tem autoridade  para tirar a vida. Matar a si mesmo é uma quebra do sexto mandamento da lei de Deus: “Não matarás”. Tirar a própria vida é uma usurpação de uma prerrogativa divina. É assassinato de si mesmo.

O suicídio precisa ser prevenido, muito embora não haja nenhuma vacina capaz de debelá-lo. As pessoas que flertam perigosamente com a morte precisam romper o silêncio e pedir ajuda. As pessoas que vivem no beiral desse precipício precisam ser amadas incondicionalmente, para não se sentirem um fardo para a família. É preciso demonstrar um amor mais profundo a essas pessoas enquanto elas estão vivas, mais do que demonstramos depois que elas morrem. Talvez, isso evitaria sua morte.

É preciso enfatizar, finalmente, que para as angústias da alma e para os tormentos do coração, existe um remédio eficaz: a esperança que o evangelho oferece. Jesus tira a nossa alma do cárcere. Ele perdoa os nossos pecados. Ele remove o fardo da culpa. Ele cura nossas memórias amargas. Ele oferece paz ao aflito, alegria ao triste e poder ao fraco. Jesus é poderoso para transformar vales em mananciais, desertos em pomares e inspirar canções de louvor nas noites escuras. Só Jesus preenche o vazio do coração. Só nele o aflito pode encontrar descanso para sua alma, alívio para sua dor, e razão para sua vida. Só Jesus oferece vida e vida em abundância!

Rev. Hernandes Dias Lopes

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Meditações

MEDITAÇÃO: O amor deve ser o coração da família (Pr. Josué Gonçalves)

Plante a semente do amor em casa e veja-o florescer em atos de bondade pelo mundo à medida que sua família cresce no entendimento da importância de amar ao próximo.

Editoria Jornal O Cristão

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A moça do caixa no supermercado tem uma carranca no rosto. Ela enganou-se duas vezes seguidas com os meus itens e irritada, anula-os. “Eu aposto que este foi um dia difícil para você”, eu disse. “Aguente firme!” Ela tenta um sorriso, e suaviza a carranca. Enquanto coloco as minhas compras no carro, lembro como meus adolescentes costumam chegar em casa da escola, jogam suas mochilas no chão, batem portas e rosnam uma resposta às minhas perguntas.

Como você demonstra amor à sua família?

Quantas vezes podemos mostrar compreensão e paciência aqueles que mais merecem – os membros de nossa família – dizendo:

“Aposto que este foi um dia difícil para você, não é?”. Sabemos que em casa é o lugar onde o nosso amor pode fazer mais diferença.

Embora possamos nos esforçar para manter o segundo maior mandamento, como mencionado no evangelho de Marcos, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”, em casa, a situação familiar pode complicar essa tarefa desgastando nossos nervos, oprimindo-nos e levando-nos a não demonstrar nosso amor a eles.

Pratique o  amor  na vida familiar!

Pratique o perdão

O perdão é uma poderosa manifestação do amor de Cristo, e será mais fácil seguir seus exemplos e amar aqueles que nos rodeiam, se pudermos perdoar. Devemos começar por nós mesmos: se aceitarmos nossas limitações e perdoar nossos próprios defeitos, estaremos mais propensos a perdoar as explosões de nossos filhos ou a impaciência do nosso marido.

Seja humilde

Outra forma de garantir que o amor esteja presente em nossa família é através da humildade. Quando assumimos a responsabilidade por, por exemplo, nosso mau humor que pode ter causado ou aumentado a discórdia na família, mostramos aos nossos filhos e cônjuge que os amamos, abandonando posturas orgulhosas e aceitando nossa natureza imperfeita.

Cuidado com suas palavras

Palavras duras têm uma vida útil longa. Elas corroem a nossa autoestima, ferem nossos sentimentos e nos deprimem. Tente rotular comportamentos e não pessoas e tente contar até 100 silenciosamente e vá saindo de cena quando palavras pejorativas começarem a querer sair de sua boca em velocidade vertiginosa.

Ocupe-se de seu espírito

Se, diariamente abastecermos a nossa própria “reserva espiritual” através da leitura das escrituras e orando com um coração agradecido, provavelmente teremos a orientação de que precisamos para responder adequadamente às demandas familiares em nosso próprio tempo, nosso espaço, mente e emoções.

Deus vai nos sustentar independentemente da situação, ajudando-nos a ser compassivos, respeitosos, compreensivos e gentis.

Às vezes, pode ser mais fácil demonstrar bondade a uma caixa de supermercado estressada do que a um membro da família. No entanto, o amor começa em casa. O amor de Deus por nós é infinito e abrangente, e nós mostramos nosso amor por Ele quando permitimos que Ele seja o elo que mantém nossa família unida.

Pr. Josué Gonçalves

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MEDITAÇÃO: Quem esconde os seus pecados não prospera

Há diversos textos da Palavra de Deus que nos mostram as coisas abomináveis que desagradam a Deus.

Editoria Jornal O Cristão

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“Se afirmarmos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1:8-9)

“Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia.” (Provérbios 28:13)

Há diversos textos da Palavra de Deus que nos mostram as coisas abomináveis que desagradam a Deus e nos faz andar longe dEle, como por exemplo: Gálatas 5:19-21, Efésios 5: 3-4, 1 Coríntios 6:9-10, Apocalipse 21:8 etc.

A Palavra de Deus também nos afirma que: “… o salário do pecado é a morte…” (Romanos 6:23)

Reflita sobre a sua vida, se achar situações que a Palavra de Deus condena, abandone essas situações imediatamente, peça perdão ao Senhor e conte com as misericórdias infindáveis dEle.

Faça essa oração: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno.” (Salmos 139:23-24)

Deus te abençoe e a todos na sua família com um ótimo dia na presença dEle.

Um abraço do amigo,

Frank Medina

Por Frank Medina, pastor consagrado, desde 2005, na Igreja Batista O Poder da Palavra, Bacharel em Teologia. Escritor de artigos cristãos/evangélicos desde 2001. Atualmente serve na Primeira Igreja Batista em Mogi das Cruzes (PIB Mogi).

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